Caco Barcelos, que escreveu um livro criticando a polícia, foi salvo ontem por ela

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“Nada como um dia após o outro” – essa frase pode ser perfeitamente esculpida no que houve ontem com Caco barcelos, o líder da série PROFISSÃO REPÓRTER, da Globo.

O jornalista cobria uma manifestação contra  o pacote de austeridade fiscal no Estado do Rio, que os deputados estaduais discutem na Alerj, quando foi reconhecido por manifestantes, agredido e expulso do ato.

E, quem diria, o autor do livro “ROTA 66 – A HISTÓRIA DA POLÍCIA QUE MATA” que, segundo o portal abordagempolicial.com, “caricaturou policiais como feras raivosas ávidas por sangue inocente, e bandidos foram idolatrados como vítimas inocentes, incapazes de cometer mal algum, em uma evidente inversão de valores que mostra os referenciais pouco nobres em que o autor se baseia para tecer suas considerações”, se viu amparado por  “raivosos” policiais, que em vez de o consumir por seu desejo de “sangue”, salvaram o jornalista da multidão.

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