Custo anual de um parlamentar na Suécia paga apenas 23 dias de um no Brasil

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IMAGEM/REPRODUÇÃO

Porque falamos da Suécia? Porque desde que que a ONU criou o dia Internacional da Felicidade, em 2012, este país sempre aparece entre os 10 “mais felizes” do Mundo. São considerados diversos fatores, como educação, IDH, e outros diversos fatores econômicos, sociais e políticos.

Níveis praticamente nulos de corrupção, falta de mordomias e desigualdade salarial praticamente inexistente entre parlamentares e a população em geral corroboram para colocar a Suécia no topo do ranking. Já no Brasil…

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Abaixo segue artigo do portal Gazeta do Povo, falando sobre e diferença monstruosa entre os salários pagos em alguns dos países mais desenvolvidos do mundo, que paradoxalmente, acabam não sendo nem mesmo um décimo dos pagos aos parlamentares brasileiros, sem falar nas benesses, praticamente inexistentes lá para políticos, já aqui, reis…

No Brasil, onde, é claro, existe dinheiro sobrando, cada deputado federal ou senador custa, em média, US$ 7.432.814,24 para o erário. Isso somando salários, vantagens e manutenção de gabinete.

Somos o segundo país com custo mais alto por parlamentar, perdendo apenas para os Estados Unidos. Lá, são US$ 9,5 bilhões por ano por parlamentar. Mas logo chegaremos a esse ponto, não se preocupem.

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O mais impressionante é ver quanto gastam com seus parlamentares algumas das democracias mais estáveis do mundo. Na Finlândia, por exemplo, são US$ 726.626,88 por ano. Ou seja: um décimo do custo do parlamentar nacional.

Na Dinamarca, o valor é ainda menos. São US$ 684.358,03 por deputado. E na Suécia, são espantosos US$ 480.281,42.

O que se tira disso é que o custo de um parlamentar sueco banca o trabalho de um deputado brasileiro por apenas 24 dias. Pagamos 341 dias a mais. Afinal, podemos, claro.

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Dia desses fiz uma comparação aqui do investimento que nós e os finlandeses fazemos em educação. Bom, uma explicação está aqui.

Lá, eles gastam US$ 145 milhões para manter o Congresso. Nós gastamos US$ 4,4 bilhões. Só com a diferença, sobrariam US$ 4 bilhões (R$ 8 bilhões) para colocar em educação. (Gazeta do Povo)

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