Homem que apanhava da mulher denuncia agressão na delegacia, é chamado de “marica” por policiais e morre dias depois

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O argentino Alfredo Tucumán, 28 anos, morreu depois de oito dias internados após ser gravemente ferido com uma apunhalada no peito. A principal suspeita de cometer o crime foi sua própria esposa.

Familiares de Alfredo informaram que ele chegou a ir a delegacia prestar queixa da mulher por agressão, porém os policiais Argentinos debocharam do rapaz, questionando “Não seja um maricón” – (algo como marica, afeminado ou homossexual, em português). Ele acabou deixando o local sem prestar depoimento. A mãe de Alfredo ainda acrescenta que a nora costumava dar cabeçadas em seu filho e que um destes golpes lhe havia causado uma fratura no septo nasal. “Ela não está louca. É uma pessoa centrada, que planejou matá-lo”, acusou.

A mulher foi quem ligou pra emergência, alegando que o marido consertava a fechadura de uma porta, quando se feriu acidentalmente com a facada no coração. Conforme os exames feito na vitima, apontaram lesões no rosto, no couro cabeludo e nas costas do homem. E ainda constataram que as portas estão em perfeito estado. Diante das evidências, Moya foi detida por ordem do juiz Benedicto Correa, acusada de homicídio.

O jornal local ‘La Nación’ afirma que ela está grávida de Tucumán, com quem havia oficializado a união há poucos meses. Os dois já eram pais de uma menina, e o medo de se afastar dela seria o motivo para a vítima não se separar da mulher apesar das agressões que sofria.

Fonte: UOL Notícias e O Popular.

 

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