Jovem é morto pela mãe e padrasto por ser homossexual.

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Itaberli Lozano, um adolescente de 17 anos, foi assassinado covardemente pela mãe e padrasto com ajuda de dois jovens.

Após serem presos na quarta-feira (11), Tatiana e o marido, o tratorista Alex Pereira, de 30 anos, padrasto de Lozano, confessaram o crime. Na sexta-feira, 13, a Polícia Civil prendeu outros dois jovens, de 18 e 19 anos, por participação no assassinato.

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A família tinha registrado um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento do adolescente no dia 29 de dezembro. O corpo do garoto foi encontrado todo carbonizado em um canavial, á margens da Rodovia José Fregonezi, em Cravinhos, em 7 de janeiro.

Dois dias antes de sua morte, o garoto postou em uma rede social que havia sido agredido pela própria mãe, Tatiana Lozano, por ser homossexual. Imagens publicadas mostram hematomas em várias partes do seu corpo. Ele ainda diz que a mãe colocou “uma renca de moleques” para agredi-lo. A postagem foi apagada tempos depois, mas amigos da vitima acabaram recuperando a imagens e entregando ao Ministério Público.

Logo após a prisão, a mãe confessou que discutiu com o filho dentro em casa e que acabou esfaqueando ele na madrugada de 29 de dezembro, e que com ajuda do marido teria queimado o corpo e jogado no canavial. Versão mudada em um segundo depoimento, ela volta atrás e conta que aliciou dois jovens para poderem dar um “corretivo” no filho, que Lozano estava na casa da avó paterna, e que ligou pra ele alegando que queria se reconciliar.

As discussões eram constantes entre Tatiana e Lozano por ela não aceitar a homossexualidade do filho.

O promotor Wanderley Trindade, que está apurando o caso, afirmou que irá utilizar essas provas para poder indiciar mulher e padrasto por homofobia, homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Contestando o inquérito da Polícia Civil, que aponta somente desavenças entre mãe e filho.
Muitas pessoas foram para a porta da delegacia ameaçando linchar o casal.

 

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