Liberação dos corpos do “massacre” em Manaus

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A dificuldade para a identificação e liberação dos mortos na guerra de facções no Compaj e dos mortos na Unidade Prisional de Puraquequara em Manaus. O IML de Manaus não possui de condições necessárias e adequadas para preservar todos os corpos recolhidos, tendo que alugar contêiner frigorífico.

A dificuldade não está apenas nas condições de trabalho muitos corpos foram esquartejados e lançados para fora do complexo prisional, tendo assim uma demora para o reconhecimento dos corpos , e aumentando ainda mais o sofrimento das famílias.

O Departamento de Polícia Técnico-Científica estimou que pudesse demorar até um mês todo o processo de identificação dos corpos. Conforme o Sistema de Segurança Pública e de Administração Penitenciária do estado AM, dos 60 detentos mortos, 39 foram identificados e 14 corpos foram liberados às famílias, mas a maioria identificada está degolada.

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