Parada gay de SP, financiada com dinheiro público, teve criança dançando seminua em poses sensuais

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IMAGEM: REPRODUÇÃO INTERNET

Pois é! Para os “direitos dos manos”, uma simples foto de uma criança postada no facebook institucional da Polícia Militar de São Paulo usando uma “fardinha” da polícia foi motivo para severas críticas e acionamento do Ministério Público, por, segundo Ariel de Castro, coordenador estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos sem SP, a foto poder gerar problemas para a criança no futuro.

Foto de um bebê publicada pelo facebook institucional da Polícia Militar de São Paulo. Para representante dos Direitos Humanos em São Paulo, Ariel de Castro, a foto expôs a criança a vexame e a constrangimento público. Ariel prometeu acionar o Ministério Público para intervir sobre o caso.

Parada gay com criança dançando seminua em poses sensuais. Direitos humanos em silêncio.

Só lembrando, parada gay de São Paulo é conhecida por ser financiada com milhões de entidades estatais, desde órgãos federais até a prefeitura de São Paulo, Caixa, Petrobras.

Pau que bate em chico não bate em Francisco

Enquanto uma simples foto “fofinha e inocente” de uma criança com uma “fardinha” provocou comoção dos Direitos Humanos, por outro lado, imagens, como a de uma criança dançando seminua e em poses sensuais na Parada gay de São Paulo, aparentemente, mesmo sendo amplamente criticada por veículos da mídia independente, passou desapercebida pelos mesmos órgãos de Direitos Humanos que condenaram a foto da criança fardada.

O portal Vox falou sobre o assunto e fez severas críticas ao governo por continuar financiando este evento e condenou o que chamou de – apologia à pedofilia.

Veja abaixo o vídeo, com as críticas e o vídeo do caso (com a devida censura em respeito à imagem da criança, pois apesar de nenhum integrante dos direitos humanos ter entendido como crime ou ao menos imoral, nós entendemos que sim, foi imoral e criminoso sujeitar a criança a esta situação)

Vale lembrar: O mesmo Direitos Humanos que condenou a foto da criança fardada, ficou cego, surdo e mudo para o caso do vídeo, que nós, e diversas outras mídias independentes, denunciamos.

Vale lembrar que não falamos de outras situações desrespeitosas e imorais, como uma transexual que desfilou em um trio elétrico crucificada e outros casos em que militantes GLBT quebraram imagens religiosas e enfiaram imagens, também religiosas, no anus, assim como um atos de beijos gays em frente a templos religiosos. Mais uma vez – O DINHEIRO PÚBLICO É UM DOS PRINCIPAIS FINANCIADORES DESTE EVENTO TODOS OS ANOS.

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