Governador do Amazonas diz que “não tinha nenhum santo” entrem os detentos mortos no massacre no presídio em Manaus.

0
457

Conforme a entrevista do governador do Amazonas, José Melo refere que não tinha nenhum santo ali dentro, que eram estupradores, eram matadores, pessoas ligadas à outra facção criminosas, envolvidas no tráfico.

O correio amazonense informou que as mortes foram resultado de um ataque do grupo Família do Norte (FDN), cujo é vinculado ao Comando vermelho, contra integrantes do PCC. As duas facções começaram a se enfrentar pelo domínio da venda de drogas no país.

A rebelião, que durou dezessete horas, começou na tarde de domingo e terminou somente na manhã de segunda-feira, a Polícia Civil já sabe quem são os principais líderes do massacre. Márcio Ramalho Diogo, de 34 anos, conhecido como Garrote, fez uma selfie junto com seus comparsas no último domingo para festejar a matança. Dentro da cadeia, Garrote era o incumbido de aplicar as variadas penas aos detentos, que variam entre lesões graves à morte.

“O fato que aconteceu aqui em Manaus, que foi motivo de muita tristeza para todo mundo, foi a briga de facções criminosas, fato que começou em São Paulo, depois foi para o Rio de Janeiro, se espalhou pelo Nordeste, já aconteceu em todos os estados do Norte. E o último é o Amazonas, que aconteceu numa violência sem comum”, declarou o governador. O governador também afirmou que a superlotação nos presídios deve-se ao combate contra o tráfico de drogas no estado do AM, que praticamente “dobrou a população carcerária”.

 

VEJA TAMBÉM:

“Massacre” provocado pela briga entre duas facções criminosas no maior complexo penitenciário de Manaus deixa 60 presos mortos.

Edward Snowden vaza documento que pode provar que as Eleições dos EUA foi hackeada

Chacina De Campinas: O número preocupante de feminicídio causados por homens “inconformados com o fim do relacionamento” aumentam a cada dia.

 

 

Deixe seu comentário!