Deputado petista quer retirar ensino de língua inglesa das escolas por considerar ‘irrelevante’

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A luta dos petistas pela idiotização dos jovens parece não ter fim, lembram-se do deputado petista que quer proibir a importação de livros? Agora outro quer acabar com o ensino da língua inglesa nas escolas, ensino este que já é escasso e deveria ser melhorado, considerando com a língua inglesa é a mais falada no mundo, mas na concepção do deputado federal Francisco Praciano (PT-AM) esse ensino deve ser abolido da educação brasileira, pois, segundo ele, é uma disciplina curricular irrelevante. 

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As informações foram divulgadas no portal Todos Pela Educação, curiosamente o link não está mais disponível. Terá visto ele que o projeto é tão absurdo que mandou até retirar a matéria do site oficial do governo?

Atualmente o projeto encontra-se arquivado, foram feitas audiências públicas para debater o tema e certamente ficou claro que a sociedade é totalmente contra uma aberração como esta. Precisamos melhorar o aprendizado e não deteriorá-lo mais ou aboli-lo. Veja detalhes do projeto no link>>>REQ 23/2013 CEENSI

Veja outro projeto absurdo que também foi encaixotado>>>Poupança Fraterna, o mais duro golpe contra o povo brasileiro

Veja a edição do site Implicante.org falando sobre o assunto. Lembrando que o fato encontra-se atualmente vencido, diga-se de passagem, e as afirmações acerca da possibilidade da língua inglesa ser retirada da grade curricular das escolas já em 2015 está desatualizada, pois conforme falado acima, o projeto está arquivado.

Implicante – A língua inglesa pode ser retirada do currículo Escolar brasileiro a partir de 2015, se a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovar um projeto que considera o Ensino da disciplina irrelevante, ou seja, sem nenhuma importância para o currículo educacional.

O projeto inicial do deputado federal Francisco Praciano (PT), membro titular da comissão especial que foi criada para promover, apresentar e debater propostas para a reformulação do Ensino médio, foi aprovado ontem.

A comissão parlamentar pede ainda uma audiência pública para debater o que oPraciano chamou em seu relatório de “notório fracasso do processo de Ensino-aprendizagem de língua estrangeira nas Escolas do Ensino médio do nosso país”.

No pedido de audiência pública, o deputado amazonense transcreveu alguns trechos dos parâmetros curriculares nacionais para o Ensino médio, mas criticou severamente a forma como a disciplina vem sendo lecionada em sala de aula.

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“É público e notório o descaso com o Ensino de língua estrangeira nas Escolas do Ensino médio. Na verdade, o inglês é hoje um mero acréscimo, principalmente nas Escolas da rede pública, onde tem carga horária reduzida, deficiência quanto à formação de Professores, ausência de um ambiente propício para o aprendizado da língua em razão, principalmente, da superlotação das salas de aula, além de material didático reduzido, que em regra se resume ao pincel e livro didático”, criticou o parlamentar.

Segundo o secretário do Fórum de Educação do Amazonas, Paulo Henrique Gravata, criticou a atitude do parlamentar, explicando que a retirada da disciplina pode significar em um duro golpe aos cerca de 800 profissionais que são formados todos os anos pelos centros de Ensino superior no Estado.

Gravata explicou ainda que, de acordo com a nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB), o Ensino de língua estrangeira é obrigatório no Ensino fundamental a partir do 5º ano, mas deixa brechas quando diz que a lei deve ser cumprida dentro das disponibilidades da instituição, sendo assim não está havendo a motivação necessária para o Ensino de uma segunda língua no Ensino público, havendo assim um desinteresse do próprio Aluno em relação à presença na grade curricular.

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