Suspeito de atos black bloc preso em São Paulo quer ir para a Ucrânia combater com separatistas pró-Rússia

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Em entrevista ao G1 na sexta (8) , o ativista Rafael Marques Lusvarghi que foi preso em São Paulo por suspeita de atos violentos durante a Copa do Mundo e e solto no ultimo dia 7 (responderá o processo em liberdade), disse ter sido integrante das Farc, fez um corte no rosto para ter uma cicatriz como a do rei Leônidas, do filme ‘300’, falou de seu próximo objetivo, de ir para a Ucrânia lutar junto com os separatistas pró-Rússia e sobre sua ideologia esquerdista, stalinista, anarquista, Rafael se auto-intitula “combatente”.

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“G1- Qual a sua ideologia?
Rafael – Esquerda. Eu diria anarquista, mas anarquista é uma utopia. Então eu ficaria no stalinismo. Eu diria anarquista se achasse que funciona, mas é uma utopia. Então eu me classifico como stalinista.”

“G1 – Qual o significado da cicatriz que você mandou fazer no rosto?
Rafael – Tive três inspirações para cortar o rosto: o cabo Verez, um húngaro que serviu comigo na Legião Estrangeira, na França, em 2003, e os personagens Leônidas, do filme 300, e Kratos, do game God of War. Todos eles têm uma cicatriz na face que ganharam em batalhas. E fizeram a minha com uma lâmina.”

“Sou um combatente. (…) Eu vou para a Ucrânia ajudar a combater com os rebeldes separatistas.”

G1- Você diz que atuou nas Farc, mas por que saiu?
Rafael –
 Eles não têm cultura. Eles não dão nenhuma base, eles não têm preparo, eles não têm plano do que fazer. O comando geral deles está num processo de entregar as armas, se render e virar um partido político. Então você começa a perceber a mesma coisa que acontece no Brasil, uma corrupção imensa, uma falta de interesse com a base, só pensando em fazer dinheiro.

A entrevista na íntegra está disponível no site G1.

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